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| Filmografia 1956: Os Amores de Colegiais (Les Collégiennes) 1960: Agora ou Nunca (Ce Soir ou Jamais) 1960: As Parisienses (Les Parisiennes) 1962: O Vício e a Virtude (Le Vice et la Vertu) 1962: Férias Portuguesas (Vacances Portugaises) 1963: As Maiores Vigaristas do Mundo (Les Plus Belles Escroqueries du Monde) 1963: Os Guarda-Chuvas do Amor (Les Parapluies de Cherbourg) 1964: Caça ao Homem (La Chasse à l’Homme) 1964: O Irresistível Gozador (Um Monsieur de Compagnie) 1964: Repulsa ao Sexo (Répulsion) 1965: O Canto do Mundo (Le Chant du Monde) 1965: No Amor Vale Tudo (Belles d’un Soir) 1965: A Farsa do Amor e da Guerra (La Vie de Château) 1966: Duas Garotas Românticas (Les Demoiselles de Rochefort) 1967: As Criaturas (Les Créatures) 1967: A Bela da Tarde (Belle de Jour) 1967: Benjamin, o Despertar de um Jovem Inocente (Benjamin ou les Mémories d’un Puceau) 1967: Manon 70 (idem) 1968: Mayerling (idem) 1968: A Chamada do Amor (La Chamade) 1969: Um Dia em Nossas Vidas (The April Fools) 1969: A Sereia do Mississipi (La Sirène du Mississipi) 1969: Tristana, uma Paixão Mórbida (Tristana) 1970: Pele de Asno (Peau d’Âne) 1971: Tempo de Amor (Ça n’Arrive qu’aux Autres) 1972: Liza (La Cagna) 1972: Expresso para Bordeaux (Un flic) 1973: Um Homem em Estado Interessante (L’Événement le plus Important Depuis que I’Homme A Marché Sur la Lune) 1974: A Grande Burguesia (Fatti di Gente per Bene) 1974: A Agressão (L’Agression) 1974: Não Toque na Mulher Branca (Touche pas à la Femme Blanche) 1975: O Selvagem (Le Sauvage) 1975: Crime e Paixão (Hustle) 1976: Se Tivesse que Refazer Tudo (Si c’Était à Refaire) 1976: Almas Perdidas (Anima Persa) 1977: Marcha ou Morre (March or Die/Il Était ine Fois la Légion) 1979: Brindemos a Nós Dois (A Nous Deux) 1980: O Último Metrô (Le Dernier Métro) 1981: Hotel das Américas (Hôtel des Amériques) 1982: Fome de Viver (The Hunger/Le Predateur) 1984: Letra e Música (Parole et Musique) 2002: 8 Mulheres (8 Femmes) |
| Uma das atrizes francesas mais famosas, Catherine Deneuve, 57, já atuou em cerca de 80 filmes em seus mais de 40 anos de carreira. Considerada uma das mulheres mais belas do cinema, trabalhou com importantes diretores, ganhou quase todos os prêmios, foi capa das mais badaladas revistas e garota-propaganda de grifes famosas. Catherine Dorléac nasceu em 22 de outubro de 1943 em Paris. Filha de um casal de artistas de teatro, Maurice Dorléac e Renée Deneuve, começou sua carreira no cinema através da irmã, a atriz Françoise Dorléac, que morreu tragicamente, aos 25 anos, num acidente automobilístico em 1967. Seu primeiro filme foi "Les Collegiennes" em 1956. Em 1962 filmou "Vício e Virtude", de Roger Vadim, com quem viveu por três anos e teve um filho, Christian. Nessa época, para não ser confundida com a irmã, passou a usar Deneuve como sobrenome. O sucesso como atriz veio mais tarde com o musical "Os Guarda-Chuvas do Amor", de Jacques Demy, em 1964, vencedor da Palma de Ouro em Cannes. A partir daí, Deneuve seguiu uma carreira de sucessos, como no intenso "Repulsa ao Sexo", dirigido por Polanski em 1965, o escandaloso "A Bela da Tarde", do espanhol Buñuel, lançado em 1967 e "A Sereia do Mississipi", de 1969, dirigido por Truffaut, com quem trabalhou também em 1980, no filme "O Último Metrô", com o qual ganhou o César, o Oscar francês, como melhor atriz. |
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| A pousada na reserva florestal de Campos do Jordão |
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| Catherine Deneuve |
| Astros & Estrelas |
Em agosto de 1965, Catherine se casou com o fotógrafo inglês David Bailey, divorciando-se em 1968. Em 1971, durante as filmagens de "Tempo de Amor", iniciou um romance com o italiano Marcelo Mastroiani, com quem fez mais três filmes e teve uma filha, Chiara. Sucesso também nos Estados Unidos, em 1993 foi indicada para concorrer ao Oscar de melhor atriz por sua interpretação em "Indochina", que acabou levando o prêmio de melhor filme estrangeiro. Em 1998, a diva recebeu uma homenagem especial em Berlim - um Urso de Ouro pelo conjunto de sua obra. Sem dúvida, Catherine Deneuve é um símbolo de beleza e talento na França, a imagem gloriosa que o país gostaria de ter de si mesmo. Ela tornou-se o modelo de Marianne, a figura que representa a Revolução de 1789 e a República francesa. |