Ensaísta, novelista e dramaturgo francês nascido em Paris, fez seus primeiros estudos na Escola Alsaciana de Paris, publicando, anonimamente, em 1891, “As Anotações de André Walter”, sem nenhuma ressonância literária. Viajou por todo o mundo e, em 1947, é agraciado com o Prêmio Nobel. Sua celebridade teve início com o lançamento de “Os Moedeiros Falsos” (1921 a 1925), e culmina em suas peças teatrais, com “Saul, o Rei Candaulo” e “Édipo”. De 1890 a 1951, mais de 50 títulos robustecem sua produção literária, entre livros de ficção, poesias, críticos, biográficos e traduções, onde destacam-se: "Les Nourritures terrestres" (1897), “O Imoralista” (1902), “Oscar Wilde” (1904), “A Porta Estreita” (1909), “Nos Subterrâneos do Vaticano” (1914), “Caracteres” (1925), “Escola de Mulheres” (1929), “Páginas de um Diário” (1924) e "Les Faux Monnayeurs" (1926).

André Gide, está entre os autores do supostamente odiado Ocidente, especialmente os europeus como Oscar Wilde e, com destaque, Thomas Mann. Uma ambigüidade sexual e um narcisismo exacerbado completam o quadro. Gide faleceu aos 82 anos, em 1951.

Frases célebres:
"E muito mais fácil liderar homens ao combate de guerra do que acalmá-los e dirigi-los para o paciente e doloroso parto da paz"
"Não devemos confundir a busca pela verdade com a necessidade de acreditar"
“A importância está em seu olhar, não na coisa observada”
"Crê nos que buscam a verdade. Duvida dos que a encontraram"
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